Apresentação sobre a escravatura
Um blogue criado para divulgar o desenvolvimento do projeto da turma do 6.º D.
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
O abolicionismo
Durante o século XVIII desenvolveu-se o abolicionismo, um movimento político que visou a abolição da escravatura e do comércio de escravos.
Portugal foi pioneiro no abolicionismo.
Em 1761, um alvará do rei D. José I determinava a liberdade total dos índios do Brasil.
Em 1771, em Portugal, o ministro do rei D. José, Marquês de Pombal, proibiu a escravatura no Reino (Portugal Continental): todos os filhos de escravos nascidos no Reino seriam livres.
Mas muitos negreiros continuaram a fazer transporte dos escravos africanos para o Brasil e para a América espanhola.
Em 1815, Portugal comprometeu-se em acabar com o tráfico de escravos a norte do Equador.
Um decreto de 10 de dezembro de 1836 proibiu a importação e exportação de escravos nas colónias portuguesas a sul do Equador.
Outras leis foram sendo feitas nos reinados de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís, porque o tráfico continuava, pois dava muitos lucros.
A 23 de fevereiro de 1869, produziu-se, finalmente, a abolição "prática" e completa da escravatura no Império Português.
Escravatura
Escravatura é a existência de seres humanos que, pela força, são propriedade de outros e que vivem sem direitos
Os donos ou os comerciantes de escravos podiam comprar, vender, dar ou trocar os escravos.
O preço dos escravos variava conforme as suas condições físicas, habilidades profissionais, idade, procedência e destino.
O preço dos escravos variava conforme as suas condições físicas, habilidades profissionais, idade, procedência e destino.
O primeiro lote de escravos africanos transportados para Portugal foram os que a tripulação do navegador Antão Gonçalves comprou na costa do Arguim em 1441.
O desenvolvimento do comércio de escravos, com envolvimento de portugueses, aconteceu no século XVII e XVIII, com o comércio dos escravos africanos para o Brasil.
Os escravos brasileiros eram usados como mão-de-obra nas plantações e nos engenhos de açúcar, nas minas e nas plantações de outros produtos, como o café e o tabaco.
O desenvolvimento do comércio de escravos, com envolvimento de portugueses, aconteceu no século XVII e XVIII, com o comércio dos escravos africanos para o Brasil.
Os escravos brasileiros eram usados como mão-de-obra nas plantações e nos engenhos de açúcar, nas minas e nas plantações de outros produtos, como o café e o tabaco.
O transporte dos escravos era feito da África para o Brasil nos porões dos navios negreiros.
Os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito, de catorze a dezasseis horas, o que se tornou o principal motivo dos escravos fugirem; outro motivo eram os castigos e o outro era porque recebiam apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade (recebiam pouca comida e no máximo duas vezes por dia).
Amontoados, em condições desumanas, no começo muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar. Por isso, o cuidado com o transporte de escravos aumentou para que não houvesse prejuízo com a sua perda.
Os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito, de catorze a dezasseis horas, o que se tornou o principal motivo dos escravos fugirem; outro motivo eram os castigos e o outro era porque recebiam apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade (recebiam pouca comida e no máximo duas vezes por dia).
Passavam as noites nas senzalas (construções escuras, húmidas e com pouca higiene), acorrentados, para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente (quando um escravo se distraía no trabalho ou por outros motivos, eram amarrados em um tronco de árvore e açoitados, às vezes, até perderem os sentidos). O açoite era a punição mais comum no Brasil.
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